{"id":1822,"date":"2013-05-20T14:35:32","date_gmt":"2013-05-20T14:35:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/?p=1822"},"modified":"2013-05-20T14:35:32","modified_gmt":"2013-05-20T14:35:32","slug":"cliente-barrada-em-porta-giratoria-de-banco-nao-tem-direito-a-indenizacao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/cliente-barrada-em-porta-giratoria-de-banco-nao-tem-direito-a-indenizacao\/","title":{"rendered":"Cliente barrada em porta girat\u00f3ria de banco n\u00e3o tem direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"font-size: small;\">A 6\u00aa turma do TRF da 1\u00aa regi\u00e3o negou, por unanimidade, provimento \u00e0 apela\u00e7\u00e3o de cliente que reivindicava indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais por ter sido barrada pela porta girat\u00f3ria de uma ag\u00eancia da CEF &#8211; Caixa Econ\u00f4mica Federal.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"font-size: small;\">A autora ajuizou a\u00e7\u00e3o sob a alega\u00e7\u00e3o de ter sofrido abalo ps\u00edquico, j\u00e1 que o ocorrido durou mais de duas horas e s\u00f3 foi solucionado ap\u00f3s a chegada da PM. Afirmou tamb\u00e9m que se sentiu como uma criminosa ao ser atendida pelo gerente em uma sala reservada aos caixas eletr\u00f4nicos. Em 1\u00aa inst\u00e2ncia, o ju\u00edzo considerou os argumentos improcedentes e negou indeniza\u00e7\u00e3o \u00e0 cliente, que recorreu da senten\u00e7a. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"font-size: small;\">O desembargador Jirair Aram Megueriam, relator, ent\u00e3o negou provimento ao recurso e afirmou que o impedimento da entrada de cliente em ag\u00eancia por travamento da porta girat\u00f3ria e atendimento prestado pelo gerente em \u00e1rea externa da ag\u00eancia constituem &#8220;<em>mero aborrecimento, n\u00e3o ensejando o pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais<\/em>&#8220;. Entendimento que seguiu jurisprud\u00eancia do STJ, cuja decis\u00e3o foi de que &#8220;<em>mero aborrecimento, dissabor, m\u00e1goa, irrita\u00e7\u00e3o ou sensibilidade exacerbada est\u00e3o fora da \u00f3rbita do dano moral<\/em>&#8220;.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"font-size: small;\">Segundo ac\u00f3rd\u00e3o proferido pela 6\u00aa turma, a restri\u00e7\u00e3o de entrada n\u00e3o se mostra apta a causar constrangimento e n\u00e3o configura situa\u00e7\u00e3o vexat\u00f3ria ou humilhante. Afirmou-se tamb\u00e9m que as medidas adotadas pela institui\u00e7\u00e3o financeira s\u00e3o medidas de seguran\u00e7a leg\u00edtimas e que n\u00e3o &#8220;<em>restou demonstrado nos autos que tenha havido excessos na abordagem da cliente<\/em>&#8220;. <\/span><\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 6\u00aa turma do TRF da 1\u00aa regi\u00e3o negou, por unanimidade, provimento \u00e0 apela\u00e7\u00e3o de cliente que reivindicava indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais por ter sido barrada pela porta girat\u00f3ria de uma ag\u00eancia da CEF &#8211; Caixa Econ\u00f4mica Federal. 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