{"id":1859,"date":"2013-07-23T16:26:18","date_gmt":"2013-07-23T16:26:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/?p=1859"},"modified":"2013-07-23T16:26:18","modified_gmt":"2013-07-23T16:26:18","slug":"empregada-e-condenada-por-simular-acidente-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/empregada-e-condenada-por-simular-acidente-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Empregada \u00e9 condenada por simular acidente de trabalho"},"content":{"rendered":"<p>Uma ex-gerente do banco Santander foi condenada a pagar R$ 8,6 mil por litig\u00e2ncia de m\u00e1-f\u00e9 por ter simulado um acidente de trabalho. Ela pedia reintegra\u00e7\u00e3o ao emprego e indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais e materiais dizendo-se inconformada com sua dispensa, que dizia ter acontecido dois anos depois de ela ter ca\u00eddo de uma escada nas depend\u00eancias da empresa. O acidente, alegava, causou dor, necessidade de uso de analg\u00e9iscos e h\u00e9rnia de disco.<\/p>\n<p>De acordo com a per\u00edcia, o acidente pode ter sido o agravante de uma condi\u00e7\u00e3o pr\u00e9-existente na ex-gerente, considerando a hip\u00f3tese de ela j\u00e1 estar com um disco da lombar desidratado ou degenerado no momento de queda. Mesmo assim, o banco questionou a exist\u00eancia da queda, ou o fato de ela ter acontecido em suas depend\u00eancias.<\/p>\n<p>Segundo a ju\u00edza Tamara Gil Kemp, da 9\u00aa Vara do Trabalho de Bras\u00edlia, como o caso trata de um fato constitutivo do direito da ex-gerente, o \u00f4nus da prova caberia a ela. Ou seja, a ex-gerente \u00e9 quem deveria ter provado que a queda realmente aconteceu e o nexo causal com os problemas que alegou ter.\u00a0A ju\u00edza registra que a pr\u00f3pria autora da a\u00e7\u00e3o, em prov\u00e1vel conluio com o seu marido e procurador, acabou trazendo aos autos, por distra\u00e7\u00e3o, um relat\u00f3rio de diagn\u00f3stico de atendimento no Hospital Santa L\u00facia, em outubro de 2010, aproximadamente dois meses ap\u00f3s o falso acidente.<\/p>\n<p>O documento traz o registro de que a paciente declarou ao m\u00e9dico durante o atendimento que a dor por ela relatada era \u201csem hist\u00f3ria de trauma\u201d, sendo este, no entendimento da ju\u00edza, uma prova clara de que \u201co acidente n\u00e3o ocorreu, ou, no m\u00ednimo, n\u00e3o foi o respons\u00e1vel pelo surgimento da dor lombar\u201d. \u201cDo contr\u00e1rio, ao ser atendida no dia 28 de dezembro de 2010, a reclamante certamente o teria mencionado, e n\u00e3o negado a ocorr\u00eancia de qualquer trauma\u201d, afirma a magistrada na senten\u00e7a.<\/p>\n<p>Assim, de acordo com ju\u00edza Tamara Gil Kemp, ficou comprovado que a ex-gerente, diante da sua dispensa imotivada e contrariando o hist\u00f3rico m\u00e9dico evolutivo da sua doen\u00e7a degenerativa, procurou associ\u00e1-la com o trabalho por meio da simula\u00e7\u00e3o de um acidente que n\u00e3o possu\u00eda qualquer registro formal. <em>Com informa\u00e7\u00f5es da Assessoria de Imprensa do TRT-10.<\/em><\/p>\n<p><strong>Processo 1276-21.2012.5.10.0009<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma ex-gerente do banco Santander foi condenada a pagar R$ 8,6 mil por litig\u00e2ncia de m\u00e1-f\u00e9 por ter simulado um acidente de trabalho. Ela pedia reintegra\u00e7\u00e3o ao emprego e indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais e materiais dizendo-se inconformada com sua dispensa, que dizia ter acontecido dois anos depois de ela ter ca\u00eddo de uma escada nas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"language":[],"class_list":["post-1859","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1859","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1859"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1859\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1860,"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1859\/revisions\/1860"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1859"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1859"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1859"},{"taxonomy":"language","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/language?post=1859"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}