{"id":2079,"date":"2016-01-14T17:26:34","date_gmt":"2016-01-14T17:26:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/?p=2079"},"modified":"2016-01-14T17:26:34","modified_gmt":"2016-01-14T17:26:34","slug":"usina-de-acucar-e-condenada-solidariamente-a-pagar-trabalhador-avulso","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.wmadvogados.com.br\/site\/usina-de-acucar-e-condenada-solidariamente-a-pagar-trabalhador-avulso\/","title":{"rendered":"Usina de a\u00e7\u00facar \u00e9 condenada solidariamente a pagar trabalhador avulso"},"content":{"rendered":"<p>Empresas tomadoras de trabalho avulso respondem solidariamente pela efetiva remunera\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o\u00a0contratado. Com base no artigo 8\u00ba\u00a0da Lei 12.023\/2009,\u00a0a\u00a03\u00aa C\u00e2mara do Tribunal Regional do Trabalho da 15\u00aa Regi\u00e3o (Campinas-SP)\u00a0negou\u00a0recurso de uma empresa do ramo sucroalcooleiro e manteve condena\u00e7\u00e3o\u00a0por responsabilidade solid\u00e1ria como tomadora de servi\u00e7o de um funcion\u00e1rio avulso.<\/p>\n<p>A empresa negou sua responsabilidade solid\u00e1ria no pagamento das verbas deferidas ao trabalhador pelo Ju\u00edzo da Vara Itinerante do Trabalho de Morro Agudo. Segundo afirmou a companhia, &#8220;o reclamante era trabalhador avulso, contratado atrav\u00e9s da primeira reclamada [um sindicato], n\u00e3o havendo ilicitude na contrata\u00e7\u00e3o de seus pr\u00e9stimos, tampouco v\u00ednculo empregat\u00edcio com a tomadora de servi\u00e7os&#8221;.<\/p>\n<p>O colegiado afirmou que, ao contr\u00e1rio do que alega a empresa, o ju\u00edzo de primeiro grau considerou &#8220;l\u00edcita a contrata\u00e7\u00e3o do reclamante, como trabalhador avulso, por intermedia\u00e7\u00e3o do sindicato-r\u00e9u, para prestar servi\u00e7os para a segunda reclamada [a usina], nos termos da Lei\u00a012.023\/2009&#8221;.<\/p>\n<p>O ac\u00f3rd\u00e3o negou tamb\u00e9m a &#8220;insurg\u00eancia quanto \u00e0 responsabiliza\u00e7\u00e3o solid\u00e1ria&#8221;, e afirmou que &#8220;a responsabilidade solid\u00e1ria da tomadora de servi\u00e7os, no caso de contrata\u00e7\u00e3o l\u00edcita de trabalhador avulso, mediante do sindicato intermediador da m\u00e3o de obra, decorre da disposi\u00e7\u00e3o contida no artigo 8\u00ba, da Lei 12.023\/2009&#8221;. A lei citada diz: as empresas tomadoras do trabalho avulso respondem solidariamente pela efetiva remunera\u00e7\u00e3o do trabalho contratado.<\/p>\n<p>O TRT-15, no entanto, esclarece\u00a0que se trata de &#8220;solidariedade por imposi\u00e7\u00e3o legal sem que tenha o responsabilizado a qualidade jur\u00eddica de empregador&#8221;.<em>\u00a0<\/em><em>Com informa\u00e7\u00f5es da Assessoria de Imprensa do TRT-15.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>Processo 0000166-22.2014.5.15.0156<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empresas tomadoras de trabalho avulso respondem solidariamente pela efetiva remunera\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o\u00a0contratado. 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